quinta-feira, 30 de abril de 2020

FIRE IN THE HOLE - Fechamento Abril/2020

Olá! Tudo bem?

Se é sua primeira vez aqui, conheça um pouco de minha história aquiaqui e aqui. Recomendo, fortemente, que leia também todos os posts deste espaço para sentir como sou, como penso, pois você pode se identificar com o Mente Investidora. Ler apenas um post pode te induzir a ter uma interpretação errônea de quem eu sou e como busco a independência financeira. Fica a dica. 

Se você não quer ou não pode ler os posts deste espaço (está em ambiente público ou dirigindo, por exemplo) ou possui deficiência visual, use o plugin Audima que se encontra no topo do título de cada postagem para ouvir seu conteúdo (basta clicar no botão play). É gratuito. Funciona como uma espécie de podcast.



Antes de tudo, friso que não sou analista de investimentos e que não faço recomendações (nunca venderei nada este blog, pois não é meu intuito ganhar dinheiro com isso, mas apenas ajudar aqueles que estão vivendo na Matrix, imersos no fenômeno da "corrida dos ratos" - veja mais aqui - a abrirem os olhos).



Para você entender minha evolução na jornada em busca de independência financeira e o racional utilizado, o fechamento dos meses antecedentes encontram-se na coluna FIRE IN THE HOLE deste blog. Se você é iniciante, sugiro nunca ver o fechamento de um único mês, mas a sequência deles para compreender qual é a estratégia adotada a fim de você não correr o risco de chegar a falsas conclusões.

PATRIMÔNIO INVESTIDO:
JAN/2020: R$ 351.650,00
FEV/2020: R$ 487.488,50
MAR/2020: R$ 516.294,20
ABR/2020: R$ 546.563,00 

PATRIMÔNIO (VALOR DE MERCADO):
JAN/2020: R$ 378.965,10
FEV/2020: R$ 528.391,40
MAR/2020: R$ 445.896,00
ABR/2020: R$ 516.061,70 

DIVISÃO DO PATRIMÔNIO:




TESOURO DIRETO:



DIVIDENDOS RECEBIDOS NO MÊS:
JAN/2020: R$ 674,30
FEV/2020: R$ 777,00
MAR/2020: R$ 1.100,40
ABR/2020: R$ 599,50 

RENTABILIDADE MENSAL DA CARTEIRA:
JAN/2020: -2,70%
FEV/2020: -2,37%
MAR/2020: -9,85%
ABR/2020: 0,02%








Primeira observação. Notem que houve um aporte mais substancial de dinheiro neste mês, já que usei os salários de março e abril, além de uma reserva que não estava contabilizada na planilha anteriormente. A integralidade do montante foi destinada à conta recém aberta na TD Ameritrade. Para quem não começou ainda, faço uma recomendação. Começar a vincular parte de seu patrimônio a outra(s) moeda(s) mais forte(s) o quanto antes. Não cometa o meu erro. Deveria ter iniciado antes. Real não vale nada perante Dólar, Euro, Franco Suíço e a tendência é só piorar. Basta acessar a Internet para ver a escalada da cotação da moeda norte-americana perante o Dólar em 2020. Mas aí, você pode dizer: mas se houver inflação no Brasil e o governo for obrigado a aumentar os juros, a cotação do Dólar pode cair. Pode ser que aconteça e daí? Você terá oportunidade de continuar comprando mais barato. O foco tem que ser na formação do preço médio. Meu primeiro aporte nos EUA foi em 26/06/2019, com o Dólar a R$ 3,84. Depois, peguei as seguintes cotações: 3,88, 3,81, 3,78, 4,10, 4,05, 4,13, 4,12, 4,10, 4,07, 4,05, 5,38 e 5,34. Reparem duas coisas: houve oportunidades em que paguei menos no Dólar do que em remessas precedentes; a cotação não para de subir em um intervalo de tempo de menos de um ano.

Hoje, praticamente 1/5 de meu patrimônio investido (US$ 20.000,00), já está dolarizado com estas remessas realizadas desde meados de 2019, sendo que metade desta quantia foi enviada em abril/2020 com o Dólar a R$ 5,38 e a R$ 5,34. Mesmo assim, fazendo a média podenrada de todas as remessas, o meu preço médio de envio é de R$ 4,78, ou seja, R$ 0,60 a menos do que a cotação mais cara da moeda estadunidense. Metade do patrimônio nos EUA está na TD Ameritrade e a outra na Avenue, mas, doravante, até que haja alguma mudança na política de taxas de corretagem da última, todos os aportes, via Remessa On Line, serão direcionados à conta na TD Ameritrade. Tenho aproximadamente US$ 7.000,00 nesta conta para compras. É minha reserva de oportunidade. O restante está alocado da seguinte forma nas duas contas:

Stocks: MMM, ABT, ACN, BABA, GOOG, AMZN, AWR, BUD, T, BIDU, BRK.B, BLK, BG, CVX, CSCO, KO, CL, DOV, DOW, DD, EMR, XOM, GD, GE, GIS, GPC, GSK, GPRO, HON, HRL, INTC, KHC, LMT, MCD, MSFT, MDLZ, NYT, NKE, NOC, NVS, NVDA, ORCL, PEP, PETR, RIO, RDSA, CRM, SNY, SAP, SWK, T, TGT, TXN, UL, UNP, VRSN, VZ, V, WPC, DIS.
REITs: BXP, EPR, FRT, QTS, SLG, TRNO, VHT.
ETFs de renda variável: GLD, IAU, IVV, NOBL, REET, SLYV, USO, VLUE, VOO, VT, VTI, XLP.
ETFs de renda fixa: BIL, TIP, SHY.

Estas stocks estavam na minha conta da DriveWealth no fracionário. Como a conta foi migrada para a Avenue, aproveitei dez taxas de corretagem grátis para integralizar algumas delas. Com os aportes do mês de abril, comprei ETFs de renda fixa que vão servir como um patrimônio mais seguro em Dólar, mesmo que com menor rentabilidade, e como reserva de oportunidade, além de ETFs de renda variável. Estou pensando em investir em alguns REITs, mesmo que eles tenham um futuro incerto com relação ao pagamento de dividendos com esta pandemia. Entretanto, o meu foco, a partir de agora, é investir via ETFs que nada mais são do que cestas com inúmeros ativos. Basta garimpar em sites (www.etf.com, www.etfdb.com, www.finviz.com) para encontrar ETFs bem diversificados, de boas gestoras, com baixíssimas taxas de administração, já que é inegável que o risco é menor ao investir nos mesmos do que ao fazer stock picking.

Tenho notado que muitos YouTubers estão incentivando seguidores a abrirem contas no exterior para comprar ativos dolarizados nos últimos dois meses. O problema é que só falam das vantagens. No meu caso, como meu horizonte de investimentos é por volta de 25 anos, aproximadamente, quando me aposentar do serviço público, tenho uma barreira para investir nos EUA. Para não residentes nos EUA, o imposto de herança que incide sobre o que ultrapassar US$ 60.000,00 investidos. Há uma tabela progressiva de acordo com o tamanho do excedente, podendo chegar a 40%. Basicamente, se você ultrapassar tal marco, incidirá uma taxa de 26% sobre o excedente, acrescido do valor fixo de US$ 13.000,00. US$ 60.000,00 podem parecer muito, mas, na verdade, não são muita coisa pelo fato do Real ser tão fraco perante o Dólar com tendência de agravamento do movimento. Para quem tem tempo e capacidade de aporte, vai estourar o limite facilmente, até porque deve haver a valorização dos ativos adquiridos. E a mordida do imposto é tão relevante que, a meu ver, não vale a pena extrapolar o limite, sob pena de você gastar boa parte da rentabilidade que conseguiu por meio dos ativos nos EUA com este passivo.

Não bastasse isso, tem que se levar em consideração que a depender do tipo da conta aberta na corretora, há necessidade de abrir inventário nos EUA. Imaginem o custo e burocracia envolvidos.

Tendo em vista que já possuo um seguro de vida resgatável, isto é, quando da morte, o beneficiário receberá uma quantia de dinheiro, minha esposa poderia utilizar este montante para quitar o imposto sobre a herança estadunidense sobre aquilo que ultrapassasse os US$ 60.000,00. Ocorre que não vejo muito sentido em gastar tal valor com imposto. É como se eu não tivesse seguro que, ressalte-se, não é de graça.

Outra opção seria abrir uma conta bancária de depósito nos EUA, sem estar sujeita a rendimentos (se o dinheiro depositado for rentabilizado, entra no limite dos US$ 60.000,00). Mas tal iniciativa me forçaria a viajar para os EUA apenas para abrir a conta. Com o Dólar tão caro, seria uma despesa relevante.

Poderia abrir uma offshore, mas os custos de abertura e manutenção anual são muito altos. Só vale a pena para quem realmente tem muito dinheiro.

Para contonar tal problema, uma vez tendo alcançado o limite acima indicado, vou atacar em duas frentes: compra de BDRs e de moedas estrangeiras, como Dólar, Euro e Franco Suíço em papel moeda.

Se não posso ter uma conta bancária nos EUA com rentabilização por causa do imposto sobre herança, não há diferença para ter Dólares aqui em papel moeda que, de igual maneira, também não irão rentabilizar ao longo do tempo. Apesar disso, devemos notar que: a inflação estadunidense, da Europa e da Suíça são, historicamente, menores que a brasileira; que, no longo prazo, a tendência é que o Dólar vai continuar se valorizando perante o Real. Por conseguinte, vou ganhar dinheiro, mesmo não fazendo nada no decorrer dos anos, apenas pelo fato de ter moedas mais fortes do que o Real em minha custódia. A título de curiosidade, pesquisem no Google mesmo a valorização do Dólar, Euro e Franco Suíço perante o Real ao longo do tempo. Concluirão que a grande verdade é que o Real cada vez vale menos e que só vai piorar.

De posse de moedas fortes, seja em papel moeda que não gera dividendos, seja com ativos que geram rendimentos, você cria um escudo contra a inflação no Brasil. Você acredita piamente que a inflação divulgada pelo governo é a real? Passei a entender que só vou saber se meu patrimônio está crescendo no decorrer do tempo se ele for indexado a uma moeda forte, pois, aí, há ganho real. Se você ficar preso ao Real, terá uma falsa ilusão de que está ganhando dinheiro quando, na verdade, não está.

O plano é vender o papel moeda apenas quando chegar a aposentadoria (daqui a aproximadamente 25 anos). Ganharei no longuíssimo prazo sem fazer absolutamente nada. Posso vender para a casa de câmbio ou para terceiros (cada vez mais pessoas precisando de papel moeda procuram terceiros para comprá-las para fugir do custo das casas de câmbio). Também tenho a opção de utilizar em viagens ao exterior no futuro com o benefício de ter pago bem menos.

De outro lado, uma vez alcançado o limite de US$ 60.000,00 nos EUA, passarei a investir em BDRs de stocks e REITs, já que, até o presente momento, não estão disponíveis para ETFs (não sei é possível pela legislação). Não concordo com aquele que diz que investir em BDR é não estar exposto ao Dólar. A BDR é um espelho da stock negociada nos mercados estrangeiros. Daí, o que acontece lá, acontece aqui, levando-se em consideração a taxa cambial do momento. Daí, no longo prazo, mantendo em carteira BDRs de boas empresas e bons REITs, você estará ganhando com a mera valorização do Dólar perante o Real.

Interessante notar que o Primo Rico do YouTube já disse que toda sua exposição ao mercado estrangeiro é feito via BDRs. Para não ter que pagar taxas para compra dos mencionados ativos, vou usar minha conta na Clear, já que o Banco Inter e XP cobram. No que atine à exigência de ser investidor qualificado, vou preencher a auto declaração, informando que entendo os riscos da operação e já que tenho ativos no exterior, a fim de conseguir a liberação pela corretora.

Creio que a partir do momento que as pessoas tomarem ciência das questões tributárias e sucessórias relacionadas aos investimentos nos EUA, mais investidores passarão a investir em BDRs (veja o histórico aqui), aumentando a sua liquidez. Você pode ter problemas em investir em BDRs caso sejam de empresas pouco conhecidas lá fora. Irei focar apenas naquilo que realmente seja grande. Você pode aprender mais sobre o instrumento aqui.

Acredito que com este plano, vou poder proteger meu patrimônio do risco Brasil, com ganho real ao longo dos anos e com alta diversificação, pois não irei me desfazer dos ativos nacionais. A princípio, o foco é deixar 50% da carteira previdenciária vinculada a outras moedas. Se notar que o risco Brasil vá aumentar, posso ampliar tal limite.

Segunda observação. Como expus acima, não fiz nenhuma compra, seja de renda fixa ou renda variável, no Brasil. Nos próximos meses, o nível de aporte irá cair, pois terei que enfrentar uma reforma no telhado de casa, além de ter uma redução salarial. Contudo, de qualquer maneira, o objetivo é aportar agora apenas em outras moedas a fim de elevar, o mais rápido possível, o índice atual de 20% de dolarização da carteira previdenciária. Afirmei em outros posts que pelo fato de não ter prole, mesmo cuidando de quase 30 animais, possuímos um custo de vida baixo, pois somos caseiros e não afeitos a impulsos consumistas. Consequentemente, por volta de 75% do salário mensal é destinado para os aportes. Mas saibam que isto tem custo, nós somos obrigados a ter que abrir mão de várias coisas. Tudo na vida tem o seu preço. 

Terceira observação. Reparem que os dividendos/rendimentos recebidos no mês caíram consideravelmente. Isso já era esperado. Mais um motivo para focar tais recebimentos em Dólar por meio dos ativos que se encontram nos EUA.

Quarta observação. A fim de possibilitar uma visão mais realista da situação da carteira previdenciária, a partir deste post de fechamento do mês, irei atualizar, de acordo com o preço de fechamento das cotações do ouro e Dólar no mês, as minhas posições vinculadas a este ativos.

Quinta observação. Além do Dólar, pretendo vincular o meu patrimônio a outras moedas fortes, pois não posso confiar cegamente na saúde da moeda estadunidense. Assim, vou comprar Franco Suíço e Euro (este, com maior cautela, pois a comunidade europeia irá enfrentar grandes desafios a partir de agora com o enorme endividamento dos países membros por causa do COVID19). A primeira opção seria adquirir papel moeda, mas é mais caro, mais inseguro (por causa da guarda do mesmo) e mais custoso (posso ter problemas com a conservação por causa de umidade, por exemplo). A alternativa seria abrir uma conta no exterior. É mais barato enviar dinheiro pela Remessa On Line, por exemplo, do que comprar papel moeda na casa de câmbio. Iria abrir uma conta em um banco português pela Internet, mas terei que esperar a crise passar para obter novo passaporte que é documento indispensável para a abertura da mesma. Com este numerário lá, posso pegar o cartão de débito internacional e usá-lo, no futuro, durante as viagens ao Velho Continente.
 
Sexta observação. Para o mês de maio, o plano é dividir o aporte da seguinte forma: 33,33% na TD Ametridade; 16,67% em BDRs; 16,67% em reserva de oportunidade no Brasil, tendo em vista que prevejo nova(s) queda(s) forte(s) do IBOV por causa das crise política e de saúde; 16,67% em reserva de emergência (pois posso ter problema com pagamento de salário no futuro); 16,67% para conversão futura em Franco Suíço e/ou Euro, a fim de expor parte de meu patrimônio a outras moedas fortes (veja aqui como a moeda nacional está perdendo valor ao longo do tempo).

Quaisquer dúvidas e comentários, sempre bem-vindos, escreva na área de comentários.

Continuaremos nosso bate-papo no próximo post.

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Até mais!

35 comentários:

  1. Faça um favor a vc mesmo e nunca mais assista gurus como o charlatão do primo rico, só vão incentivar vc a ficar no mundinho deles (XP). Estas questões de sucessão são facilmente contornadas com contas conjuntas e outras coisas que qq advogado pode te instruir e tem mto na internet tbm ja. nao deixa isso te assustar, millions de estrangeiros investem nos eua e nao é por isso que deixarão de o fazer.

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    1. Olá, Anônimo! Obrigado pelo comentário.

      Para esclarecer. Tenho 2 contas JTWORS nos EUA, de forma que se eu morrer, minha esposa assume, ou vice-versa. Desta forma, ficamos livres do processo de inventário lá.

      Mas mesmo utilizando este tipo de conta e como iremos ultrapassar os US$ 60.000,00 e não queremos pagar imposto sobre o que ultrapassar tal limite, só nos restaria abrir uma offshore.

      Mas depois de várias pesquisas, eu e outros colegas de um grupo de WhatsApp do movimento FIRE, chegamos à conclusão de que offshore é só para que tem muito dinheiro nos EUA por causa dos custos envolvidos. Sem contar que você precisa ter uma confiança absurda de que o escritório contratado não fará coisas erradas, deixando uma bomba para você.

      Por mais que tenha um horizonte longo de aportes, jamais vou alcançar U$ 1.000.000,00 nos EUA, sendo inviável a abertura de offshore.

      Daí, mesmo não sendo o ideal, o que sobrou para me expor a ativos estrangeiros foram as BDRs, com o benefício de ganhar no câmbio no longo prazo com a contínua desvalorização de Real perante o Dólar.

      Sucesso.

      Abraço.

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    2. No momento que um dos dois morrer, é só puxar todo dinheiro pro Brasil no mesmo dia e pronto. Eles nem vão saber que 1 morreu

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    3. Este era o plano inicial. Lamentavelmente, não conheço ninguém que tenha passado por esta situação e que pudesse dar uma impressão a respeito.

      Com o avanço do compartilhamento de informações, inclusive na seara governamental e entre países, não sei se, de algum modo, a corretora ou a Receita dos EUA poderia bloquear o retorno dos recursos para o Brasil, o que seria uma lástima e uma enorme fonte de problemas.

      Mas reconheço que seria muito difícil, para não dizer impossível, o pessoal dos EUA tomar conhecimento da morte de um dos titulares brasileiros da conta.

      Se o investidor tem mais de US$ 60.000,00 nos EUA (limite do imposto de herança para não residentes) e resolva repatriar tudo, sem o pagamento do imposto, é possível que não venha a ser cobrado algum dia, mas é plausível que fique proibido de tocar o solo norte-americano.

      Como não conheço a legislação dos EUA e não conheço ninguém possui este tipo de conhecimento, não sei se há penalidades previstas para esta falta de pagamento do tributo.

      Obrigado.

      Abraço.

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    4. Nao seria de todo ruim nao poder voltar para aquela bosta de país com as pessoas mais frias e sanguinárias do mundo.
      Já tem muita gente investindo lá e logo terá advogados especializados nisso, já deve ter aliais. Pede pro BPM sobre isso ele investe mto lá fora e ja tem mais desse valor la

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  2. Tenho pensado que nem voce. Não sei se voce fez isto, mas comecei a comprar dólar (fundo cambial da votorantin), assim como Ouro. Cada dia que passa nossa moeda se desvaloriza mais e mais. Sempre bom ter dolar, ouro e investimentos de países com moeda forte na carteira. Abraço

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    1. Gari, obrigado pela visita?

      Neste gráfico de pizza, quando aparece dólar é o que tenho de ativos nas corretoras nos EUA, tanto já comprado em RF e RV, como parado como reserva de oportunidade lá.

      Não tenho papel moeda, pois acho que você paga muito caro na casa de câmbio. Meu plano é abrir uma conta no exterior em moedas fortes como Euro, Libra e Franco Suíço e usar a Remessa On Line para fazer o envio do dinheiro. Sai bem mais barato.

      Abraço.

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  3. Já tive IVVB11 equilibrou muito bem minha carteira. Hj penso em uns 4 ETFs pra dolarizar parte do meu patrimônio. Abri conta na Passfolio. Alguma ressalva quanto aos ETFs e essa corretora? Obrigado!

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    1. Obrigado pela visita, Sax! Tudo bem?

      Tenho contas na Avenue e na TD Ameritrade. Estou acompanhando notícias, vídeos e lives sobre a Passfolio. Não abri conta lá. Não senti muita confiança, pois como não ganham na corretagem e custódia e ainda é muito nova, não sei como vão conseguir se manter se o número de clientes não aumentar muito rápido em pouco tempo.

      Assisti uma live ontem do CEO da Passfolio, mas não senti muita firmeza. Lançaram o produto inacabado e não tem datas para as melhorias. Só falam que vai acontecer. Acho um erro.

      A Avenue, apesar de ser relativamente nova e ainda ter que melhorar em alguns pontos, já colocou o produto no mercado pronto. Acho que passa uma imagem de empresa mais consistente. O CEO da empresa tem histórico conhecido (criou a Clear) e é muito solícito.

      Não estou dizendo que não posso virar cliente da Passfolio no futuro, mas, por agora, prefiro aguardar.

      Você não mencionou os ETFs, mas penso que para quem está começando nos EUA, é melhor começar por eles, desde que tenham baixas taxas de administração, bastante diversificação e de gestoras com bom track record. E, na medida do possível, evitar sobreposição dos mesmos.

      Só a diversificação salva!!!

      Sucesso.

      Abraço.

      Abraço.

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  4. Boa noite Mente,

    Ainda não iniciei os aportes nos EUA pela questão jurídica/tributária ainda não sinto conforto com os pontos citados além da preocupação da quebra da corretora. Sei que existe um seguro tipo um FGC, mas não sei como seria o trâmite para o pequeno investidor estrangeiro. Diferentemente do Brasil, os ativos não possuem custódia individualizada.

    Abraço,
    Monster

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    1. Monster, tudo bem?

      Como estamos fora dos EUA nem sempre é fácil conseguir informações, mas com relação à questão levantada, não me preocuparia se a corretora escolhida tem as devidas permissões para operar pelos órgãos reguladores. Existe um site para fazer esta checagem.

      Hoje, em uma live, o CEO da Avenue disse que em caso de problemas com uma corretora, o órgão regulatório escolhe outra que assumirá a carteira de clientes da primeira. Como se fosse uma transferência de custódia. A nova corretora iria entrar em contato com os clientes da corretora problemática.

      Penso que por causa da história do mercado acionário norte-americano, se não fosse por sua segurança, não haveria tantos investidores não só dos EUA, como de todo mundo, operando por lá. Neste mundo de investimentos, se você não passa confiança, é complicado atrair a atenção dos investidores.

      Sucesso! Abraço.

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  5. Invista em ETFs sediados na Irlanda que não há imposto sobre herança e ainda tem tributação mais vantajosa nos dividendos.

    https://www.ishares.com/uk/individual/en/products/253743/ishares-sp-500-b-ucits-etf-acc-fund

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    1. Anônimo, já li a respeito deles, mas não cheguei a estudá-los a fundo.

      Você os possui? Como a Irlanda é um país relativamente pequeno, existem ETFs bastante diversificados, de boas gestoras e com baixas taxas lá? Que não tenham ativos apenas no continente europeu (acho que a Europa e o Euro enfrentarão vários desafios nos próximos anos por causa das consequências econômicas do COVID19)?

      O meu receio é acabar adquirindo ativos mais arriscados com a desculpa de não querer pagar imposto sobre a herança nos EUA.

      Obrigado.

      Abraço.

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    2. Vi que na bolsa de Londres é possível comprar ETFs do mundo todo, não só da Europa... agora essa da Irlanda vou ter que estudar.

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    3. Qual é a corretora? Interactive Brokers?

      Gostaria de saber se alguém usa esta estratégia de comprar ETFs de acumulação irlandeses, cujos dividendos não são tributados. Prós e contras.

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    4. Os ETFs são domicilados na Irlanda mas são negociados nas grandes bolsas da Europa (Londres, Frankfurt, Amsterdam, etc). Nem sei se tem bolsa na Irlanda e se são negociados lá. Não são produtos exóticos, são fundos gigantescos, alguns com mais de 30bi de dólares.

      Tem uma variedade bem grande de ETFs, tanto da Vanguard quanto da Blackrock. S&P500, MSCI World, emerging markets, bonds, Europa, Japão, etc.

      As desvantagens são dificuldade de conseguir achar uma corretora que negocie (IB com certeza, Charles Schwab acho que sim, as outras americanas acho que não. Qualquer corretora europeia vai servir, mas acho que deve ser mais complicado pra abrir conta), a menor variedade de ETFs em relação aos EUA e as taxas de adm em geral um pouco mais altas (0.07% a.a vs 0.03% a.a. no S&P500).

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    5. Anônimo, obrigado pelos ensinamentos.

      Estou chegando à conclusão de que alguma hora, terei que abrir conta na Interactive Brokers a fim de possibilitar a compra destes ETFs.

      Sucesso!

      Obrigado.

      Abraço.

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  6. Comecei a pensar mais seriamente sobre alocação na bolsa americana, mas ainda preciso estudar sobre a tributação e estar mais por dentro das regras de lá. Mas com certeza irei começar novamente a montar meu hedge, depois dessa crise ai, não da pra ficar sem hedge satisfatório não. Por mais que seja um dinheiro que não está rendendo dividendos.

    Abraços,

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    1. Quero Viver de Dividendos, obrigado pela visita.

      Precisando, estou à disposição. Se não quiser postar a dúvida aqui, pode enviar para o e-mail menteinvestidoragn@gmail.com. Se estiver ao meu alcance, ajudo.

      Já vi vários relatos, não só na Blosgfera, de pessoas se dizendo arrependidas de não terem começado a aportar em moedas fortes mais cedo.

      Só a diversificação salva. Hedges são fundamentais para qualquer carteira. A valorização que tive no ouro, desde a sua aquisição, é de mais de 50%. Sei que não gera dividendos, mas o que gerou tanta rentabilidade em menos de um ano com baixo risco?

      Sucesso!

      Abraço.

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  7. Fala Mente! Achei interessante isso de investir fora, com ETFs e stocks, mas eu sei que além de estar rapando o fiofó com a unha financeiramente, minha falta de conhecimento me atrapalha. Vi alguma coisa a respeito, mas não me senti convencido por não explicarem bem a respeito. Um abraço e sucesso!

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    1. Paul, tudo bem?

      Precisando, estou à disposição. Se não quiser postar a dúvida aqui, pode enviar para o e-mail menteinvestidoragn@gmail.com. Se estiver ao meu alcance, ajudo.

      Na minha humilde opinião, não acho que esta falta de conhecimento pode ser usada para você não ampliar os seus horizontes em matéria de investimentos. Comece aos poucos, mas não deixe de aprender. Conhecimento é o maior patrimônio que uma pessoa pode possuir em vida.

      Sucesso!

      Abraço.

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  8. Muito bom seu post, Mente!

    Eu estou no processo de abertura de minha conta na TD Ameritrade, e pretendo iniciar os investimentos o quanto antes em ativos cotados em dólar. AGora, uma pergunta: você tem algum material para recomendar a leitura sobre essa questão da tributação lá? O que encontrei pesquisando rapidamente na internet foi o imposto sobre herança e sobre dividendos/juros/lucro. Queria sbae melhor sobre essa questão do limite de US$60.000 que você citou.

    Abraço!

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    1. Engenheiro Tardio, tudo bem?

      Há uma dificuldade em encontrar material acerca da matéria. Em português, então, nem se fala.

      Mas, basicamente, a regra para os não residentes nos EUA (meu caso), é que você não paga imposto sobre a herança até o limite de US$ 60.000,00.

      O que ultrapassar este patamar, você pagará imposto de acordo com uma tabela progressiva. Esta regra vale para contas JTWORS.

      Se você abrir uma conta JTWORS na corretora, você fica livre de fazer inventário nos EUA. Daí, o titular da conta sobrevivente assume o o total dos ativos depositados.

      Os dividendos nos EUA são tributados na fonte Você só pagará imposto nos EUA se, em um único mês, você apurar lucro superior a R$ 35.000,00.

      Qualquer dúvida, é só perguntar. Este site (https://www.comoinvestirnoexterior.com) pode te ajudar.

      Sucesso!

      Abraço.

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  9. Caramba MI. Muito lugar pra investir, não? acho que não consigo manter isso tudo controlado com minha vida atual rs

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    1. Só usar a Personal Capital para controlar todas carteiras e contas nos EUA. Nao há melhor

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    2. Engenheiro Investidor, tudo bem?

      Sim. A minha carteira tem 1 ano e 4 meses e já possui muitos ativos. Se for somar tudo no Brasil e EUA, reserva de valor, títulos de renda fixa, devo ter, por volta de 150 ativos. E ainda não são suficientes para mim.

      Como já escrevi em outro post no blog, sou discípulo de Peter Lynch. Quanto maior a diversificação, menor o risco total da carteira (não estou falando em casos de crise sistêmica do mercado, onde aí, quase nada se salva).

      Controlar tudo isso não é tão complicado quanto possa parecer. Com uma boa planilha e com disciplina de atualizar os valores dos ativos no final de cada mês, fica fácil, até porque não tenho verba para fazer compra de cotas de todos os ativos que possuo encarteirados. Só não pode deixar acumular. O raciocínio é o mesmo para preenchimento da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Fìsica.

      Sucesso!

      Abraço.

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  10. Esta Personal Capital cobra taxas?

    Achei o site confuso.

    Obrigado.

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  11. Cuidado com moeda em papel guardado mt tempo. Pode ser dificil vender para alguma casa de câmbio. Principalmente notas de valor mt alto. As proteções de segurança das moedas mudam com o tempo para dificultar falsificação e moeda antiga pode ter problemas de aceitação por isso.

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    1. Obrigado pela mensagem.

      Estou avaliando isso. Por isso, o foco primordial é abrir contas no exterior em moedas mais fortes, pois não terei que me arriscar com dinheiro em casa e nem ficar sujeito ao risco de alguma mudança, como você aventou.

      Ademais, nas pesquisas que realizei, sai mais barato mandar dinheiro para alguma conta sua on exterior, via Remessa On Line, do que adquirindo em casa de câmbio.

      Abraço.

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    2. Olá, MI
      O Anon aí em cima tem razão. Eu tinha umas notas de 100 dólares (modelo antigo) guardadas em casa por muitos anos. Meu pai tinha me dado ainda quando eu era criança. Aí resolvi gastá-las em uma viagem que fiz aos EUA e pensa o parto que foi para fazer uma compra na Best&Buy com essas notas. Chamaram encarregado, gerente e todos olhando com uma cara feia hahaha. Achei que eles não iriam aceitar, mas no final das contas aceitaram com uma cara de bunda e ainda reclamando que o prazo de troca das notas já tinha terminado. Eu nem sabia que tinha prazo pra trocar essas notas.

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  12. legal demais, para o alto e avante.

    https://metasdevida5.blogspot.com/2020/05/52-balanco-de-abr-2020.html

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  13. Fala Mente Investidora,
    Cara faz algum tempo que estou ensaiando investir lá fora, mas sempre há receios e o medo, principalmente porque não há muito conteúdo sobre o assunto em PT-BR.

    E quanto estava tomando coragem e e vislumbrava bem próximo aumento da minha renda vem a pandemia e prorroga um pouco mais.

    Porém creio que ainda esse ano mande nem que seja $ 100,00 dólares pra ir brincando e perder esse receio.

    Sucesso pra ti nos investimentos.


    Abraços,
    Maromba Investidor
    https://marombainvestidor.com/

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  14. Bom dia
    Postagem interessante, é muito importante ter disciplina financeira. Abraços

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    1. Seja bem-vinda, Lucinalva!

      Continue acompanhando minha jornada. Espero que possa lhe ajudar.

      Sucesso!

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  15. Muito bom Mente Investidora, estou seguindo o mesmo caminho que você. Faz 5 meses que só aporto fora (comecei antes da crise)

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